O trânsito é um fenômeno espontâneo, complexo e compulsório. Em essência, está diretamente ligado ao surgimento da sociedade humana e a cidade, como espaço de convívio e meio de manifestação das relações socioeconômicas. Entretanto, é com o surgimento dos veículos automotores que tornam-se evidentes as complexidades e aspectos vivenciados nos dias atuais, desde os grandes centros urbanos até as mais distantes áreas rurais.
Com o papel de organizar, garantir a segurança e resguardar a vida, o Estado possui a responsabilidade de criar as regras para que o trânsito seja viável no espaço terrestre. Sendo este um dos aspectos mais discutido e polêmico quando pensamos em trânsito: as leis. No Brasil, o trânsito é regido pela lei 9.503 de 1997, chamada de Código de Trânsito Brasileiro ou apenas CTB, e esta já foi objeto de dezenas de alterações, sendo a principal norma orientadora das diretrizes e regras a serem seguidas pelos órgãos e entidades, além dos motoristas.
Quanto à sua compulsoriedade, o trânsito é um dos espaços da sociedade humana mais emblemático, sendo simplesmente impossível não vivenciar o trânsito, estar no trânsito é inerente à vida humana como a conhecemos. Desde o nascimento, quando a gestante se locomove até a maternidade, passando pela experiência de ir para à escola ou ao local de trabalho e até mesmo no momento de perda de uma pessoa querida, em cortejo fúnebre. Seja como pedestre, passageiro, ciclista, motociclista ou motorista, todos vivem o trânsito, desde o mais pobre até o mais rico, homens, mulheres, independentemente da idade, origem étnica, orientação sexual e política.
Levando em consideração suas características, a dificuldade de entende-lo e a necessidade de aprimorá-lo, percebemos a necessidade da criação de um espaço de discussões, pensamentos, reflexões e proposições aos diversos temas que envolvem o fenômeno trânsito, de uma forma mais direta e acessível aos mais variados tipos de pessoas, a princípio, em forma de publicações periódicas, demonstrando as ideias subjetivas de cada um dos de seus criadores.
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